terça-feira, 6 de janeiro de 2009
quarta-feira, 9 de abril de 2008
comentário ao comentário anónimo de 7 de março...
"Amiúde, vos tenho ouvido falar
de alguém que comete um delito
como se não fosse um de nós
mas um estrangeiro
e um intruso no vosso mundo.
Ora eu digo-vos
que assim como nem o santo
nem o justo
se podem elevar
acima do mais alto
que mora em cada um de vós,
também o malvado e o débil
não podem cair mais baixo
que o mais baixo
que mora em cada um de vós.
E assim como nem uma só folha
se torna amarela
sem o silencioso consentimento
de toda a árvore.
Assim o malfeitor
não pode fazer mal
sem o oculto assentimento
de todos vós.
Como em procissão
caminhais juntos para o vosso eu-divino.
Vós sois o caminho
e sois os caminhantes.
E quando um de vós tropeça e cai,
fá-lo para precaver
os que vêm atrás dele
como advertência
contra a pedra do tropeço.
Sim;
ele cai por aqueles que vão adiante,
e que embora mais ágeis
e de pé seguro,
não afastaram a pedra do tropeço.
E se um de vós quiser castigar
em nome da rectidão
e descarregar o machado
contra a árvore do mal,
olhe também as suas raízes.
E, por certo,
encontrará as raízes do bem e do mal,
do frutuoso e do estéril,
entrelaçadas
no coração silencioso da terra.
E vós, juízes,
que quereis ser justos:
Que sentença pronunciareis
contra aquele
que, embora sendo honesto
segundo a carne,
é ladrão, segundo o espírito?
Que pena aplicareis
àquele que assassina segundo a carne
e é ele próprio
assassinado em espírito?
E como julgareis,
aquele que nas suas acções
é um impostor e um tirano,
Mas é também
ofendido e ultrajado?
E como processareis aqueles
cujos remorsos são já maiores
que os seus delitos?"
Kahlil Gibran
de alguém que comete um delito
como se não fosse um de nós
mas um estrangeiro
e um intruso no vosso mundo.
Ora eu digo-vos
que assim como nem o santo
nem o justo
se podem elevar
acima do mais alto
que mora em cada um de vós,
também o malvado e o débil
não podem cair mais baixo
que o mais baixo
que mora em cada um de vós.
E assim como nem uma só folha
se torna amarela
sem o silencioso consentimento
de toda a árvore.
Assim o malfeitor
não pode fazer mal
sem o oculto assentimento
de todos vós.
Como em procissão
caminhais juntos para o vosso eu-divino.
Vós sois o caminho
e sois os caminhantes.
E quando um de vós tropeça e cai,
fá-lo para precaver
os que vêm atrás dele
como advertência
contra a pedra do tropeço.
Sim;
ele cai por aqueles que vão adiante,
e que embora mais ágeis
e de pé seguro,
não afastaram a pedra do tropeço.
E se um de vós quiser castigar
em nome da rectidão
e descarregar o machado
contra a árvore do mal,
olhe também as suas raízes.
E, por certo,
encontrará as raízes do bem e do mal,
do frutuoso e do estéril,
entrelaçadas
no coração silencioso da terra.
E vós, juízes,
que quereis ser justos:
Que sentença pronunciareis
contra aquele
que, embora sendo honesto
segundo a carne,
é ladrão, segundo o espírito?
Que pena aplicareis
àquele que assassina segundo a carne
e é ele próprio
assassinado em espírito?
E como julgareis,
aquele que nas suas acções
é um impostor e um tirano,
Mas é também
ofendido e ultrajado?
E como processareis aqueles
cujos remorsos são já maiores
que os seus delitos?"
Kahlil Gibran
quarta-feira, 26 de março de 2008
dúvidas e certezas

Às vezes sou assolada por dúvidas:
Será que vou conseguir cumprir o "objectivo 100"?
E se tenho grandes expectativas e depois é um fiasco?
Nesses instantes relembro as palavras de Khalil Gibran, no livro "O Profeta":
Foi-vos dito que, como numa cadeia,
sois tão fracos
como o vosso elo mais fraco.
Isto é apenas metade da verdade.
Sois também tão fortes
como o vosso elo mais forte.
Medir-vos pela vossa mais pequena acção
é calcular a força do oceano
pela fragilidade da sua espuma.
Julgar-vos pelos vossos fracassos
é lançar a culpa às estações
pela sua inconstância
quarta-feira, 19 de março de 2008
um abraço do tamanho do mundo!
quinta-feira, 13 de março de 2008
objectivo cem
terça-feira, 11 de março de 2008
os nossos contactos
Quem nos queira contactar pode deixar uma mensagem no blogue ou enviar email para
segunda-feira, 10 de março de 2008
o cartaz do passeio!
sexta-feira, 7 de março de 2008
o valor da confiança
quinta-feira, 6 de março de 2008
o convite
Não me interessa qual é o teu modo de vida. Quero saber o que anseias, e se te atreves a sonhar alcançar os desejos do teu coração.
Não me interessa que idade tens. Quero saber se arriscas fazer figura de louco por amor, pelo teu sonho, pela aventura de estar vivo.
Não me interessa saber quais os planetas que estão em quadratura com a tua lua. Quero saber se tocaste o centro da tua própria dor, se as traições da vida te abriram ou se murchaste e te fechaste com medo de outros sofrimentos! Quero saber se consegues sentar-te com a dor, a minha ou a tua, sem te mexeres para a esconder, disfarçar ou compor.
Quero saber se consegues viver a alegria, a minha ou a tua, se consegues dançar loucamente e deixar que o êxtase te encha até às pontas dos pés e das mãos sem nos advertires para termos cuidado, sermos realistas, ou nos relembrares as limitações de ser humano.
Não me interessa se a história que me contas é verdadeira. Quero saber se consegues desapontar o outro para seres verdadeiro contigo próprio; se consegues suportar a acusação de traição e não atraiçoares a tua própria alma; se consegues não ter fé e seres, por isso, digno de confiança.
Quero saber se consegues ver a beleza todos os dias, mesmo quando o que vês não é bonito, e se consegues basear a tua própria vida na sua presença.
Quero saber se consegues viver com o fracasso, teu e meu, e mesmo assim erguer-te à beira do lago e gritar "Sim!" à lua cheia prateada.
Não me interessa saber onde vives nem quanto dinheiro tens. Quero saber se depois de uma noite de dor e desespero, exausto, dorido até aos ossos, consegues levantar-te e fazer o que é preciso para alimentar as crianças.
Não me interessa quem tu conheces, nem como chegaste aqui. Quero saber se ficarás comigo no centro do fogo, sem recuares.
Não me interessa onde ou o quê ou com quem estudaste. Quero saber o que te sustém interiormente quando tudo o mais desaba à tua volta.
Quero saber se consegues estar só contigo mesmo e se gostas verdadeiramente da companhia que te fazes nos momentos vazios.
Não me interessa que idade tens. Quero saber se arriscas fazer figura de louco por amor, pelo teu sonho, pela aventura de estar vivo.
Não me interessa saber quais os planetas que estão em quadratura com a tua lua. Quero saber se tocaste o centro da tua própria dor, se as traições da vida te abriram ou se murchaste e te fechaste com medo de outros sofrimentos! Quero saber se consegues sentar-te com a dor, a minha ou a tua, sem te mexeres para a esconder, disfarçar ou compor.
Quero saber se consegues viver a alegria, a minha ou a tua, se consegues dançar loucamente e deixar que o êxtase te encha até às pontas dos pés e das mãos sem nos advertires para termos cuidado, sermos realistas, ou nos relembrares as limitações de ser humano.
Não me interessa se a história que me contas é verdadeira. Quero saber se consegues desapontar o outro para seres verdadeiro contigo próprio; se consegues suportar a acusação de traição e não atraiçoares a tua própria alma; se consegues não ter fé e seres, por isso, digno de confiança.
Quero saber se consegues ver a beleza todos os dias, mesmo quando o que vês não é bonito, e se consegues basear a tua própria vida na sua presença.
Quero saber se consegues viver com o fracasso, teu e meu, e mesmo assim erguer-te à beira do lago e gritar "Sim!" à lua cheia prateada.
Não me interessa saber onde vives nem quanto dinheiro tens. Quero saber se depois de uma noite de dor e desespero, exausto, dorido até aos ossos, consegues levantar-te e fazer o que é preciso para alimentar as crianças.
Não me interessa quem tu conheces, nem como chegaste aqui. Quero saber se ficarás comigo no centro do fogo, sem recuares.
Não me interessa onde ou o quê ou com quem estudaste. Quero saber o que te sustém interiormente quando tudo o mais desaba à tua volta.
Quero saber se consegues estar só contigo mesmo e se gostas verdadeiramente da companhia que te fazes nos momentos vazios.
Oriah Mountain Dreamer
quarta-feira, 5 de março de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)



